O post de hoje é um apelo a todos aqueles que têm amigos, familiares, pessoas chegadas ou até afastadas nestas situações. Não os deixem, tenham atenção aos pormenores.
Não era para ser nada disto, admito.
Mas no domingo passado, tive mais uma crise de ansiedade e escrevi um texto, o qual, estive quase quase a postar integralmente. Escrito com muita raiva, muita revolta. E, claro está, apesar de gostar de ser sincera com vocês, há certas coisas que uma pessoa reservada como eu, deve manter só para si. Dito isto, este post está repartido em duas partes.
Na primeira, trata-se de partes da carta que escrevi, de onde retirei os excessos e mantive apenas o que achei melhor. Que este texto sirva para que percebam que precisam de estar atentas aos vossos entes mais queridos.
Na segunda, sinais, recomendações e conselhos que podem retirar das pessoas que mais gostam para poder ajudá-las.
Liguem a música com que vos deixo e começem a ler!
Eu hoje não era, de todo, para publicar nada. Nem disposição sequer tinha para isso. Mas, sinceramente, ( e falo para quem é de Coimbra) já passaram do outro lado da margem do rio, onde costuma ser a queima e a feira popular e do outro lado da estrada?!
Sinto-me frustrada. Completamente frustrada. Ano de eleições. 3 ou 4 rotundas que me lembre assim de repente que foram feitas. Estradas secundárias arranjadas e as margens do rio do lado direito a maior vergonha que já vi. Ele é garrafas de cerveja, copos de plástico, pacotes daquela porcaria que agora está na moda que (provavelmente) se vendeu na feira dos spinners ou o caraças, garrafas de agua, massos de tabaco vazios, sacos e porcarias de quem vai buscar Burguer King e McDonald's, TUDO E MAIS ALGUMA COISA. Passei nas margens do rio e sabem o que havia lá ratos a comer literalmente lixo e peixes a comer plástico.
Agora, digam-me quem faz a feira popular este ano grátis e quem manda fazer obras atrás de obras (muitas delas sem fundamentos), quem faz a porcaria de um cubo no meio do nada e diz que é um fucking museu, tão rapidamente como o nosso exmo sr. presidente fez, também não pode gastar um dinheirito e mandar pessoas limpar a porcaria que Coimbra está? Ou melhor, há tanto prisioneiro sem fazer nenhum, a comer e a beber à pala de quem trabalha, porque é que não os mandam para lá?
Sabem o que é um turista vir ter comigo e perguntar-me porque é que Coimbra está assim? Suja e imunda?! Eu ficar sem resposta, sem saber o que dizer e inventar desculpas como, há e tal são as obras que fazem a lixeira, mas depois é tudo limpo. MAS NÃO É.
E sim, venham cá criticar-me e dizer que eu não sei do que falo e eu é que devia ir para lá. A diferença meus amigos é que posso não ser perfeita e não, não vou para lá limpar essa porcaria. Mas também nunca me viram nem verão atirar seja o que for para o chão, pode ser um pacote cheio de migalhas que me vai imundar a carteira com lixo ou um lenço de papel cheio de ranho que me vai sujar tudo, mas para o chão eu não mando. E para tristeza de outros já fui apanhar o que outros deitaram para o chão, por isso sim, eu não sou ninguém para falar, mas também não critico sem saber.
E com isto vos deixo. Espero que sirva, no mínimo para refletirem!
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| Imagem por Pinterest |
Olá gentji!
Em tom de continuação do post anterior, a minha pergunta é:
Porque é que sentimos o que sentimos e, mais concretamente, o que vos disse no post anterior ( Episódio 2 | Find Happiness Again | O que sentimos?) ??
Continuem a ler e vejam a minha perspetiva da situação!
Olá gente!
Então admito que não comecei esta série da melhor maneira (Episódio 1 | Find Happiness Again | 6 Rules). Devia, obviamente, começar por explicar o que é isto da ansiedade/depressão e tudo o que envolve, tudo o que nos mete medo e que nos abala. Mas ainda é só o segundo episódio, por isso ainda vou muito a tempo!
Tudo o que vou descrever pode parecer como se fosse o fim do mundo, mas na realidade são aspetos controláveis e tudo o que vou escrever é o que acontece nas piores das hipóteses e às vezes já num estado um pouco avançado, por isso NÃO SE ASSUSTEM!
Olá malta!
Hoje trago-vos uma nova série/rúbrica do blog. Vai fazer parte do "Diary" e ainda não sei quantos "episódios" vai ter, mas de certeza ainda vai ter muitos.
Trata-se de uma série de posts onde vos falo da minha experiência sobre ataques de pânico e ansiedade.
Olá gente! Queria explicar-vos este retorno repentino, bem como a decisão de partilhar o blog com mais público. Sempre vos disse que umas das razões era não ter tempo para assumir a responsabilidade de um blog público e outra era ter receio do que algumas pessoas poderiam pensar. Pois bem, isso acabou, não estando totalmente de férias, acabo sempre por ter mais tempo livre para cumprir com os objetivos delineados para o blog e a "vergonha" foi posta de lado, porque sempre ouvi dizer que "quem tem vergonha passa fome". Eu tenho um sonho, gosto de escrever, por isso, quem quer ler, boa, quem não quer, não precisa sequer de abrir!
Dito isto, espero que gostem dos conteúdos e se assim for, partilhem e sigam.
Mas agora vamos lá contar algumas coisinhas sobre mim!
Olá olá :)
Já não escrevo sobre moda há uma boa temporada eu sei, mas a faculdade tem ocupado maior parte do meu tempo e é quase impossível escrever. De qualquer maneira (e isto é apenas uma desabafo), eu sei que há poucas pessoas a seguir-me e claro que a culpa é minha porque eu própria não falo do blog a ninguém, nem o partilho. Isto acontece porque,primeiro, sempre levei o blog como uma diversão e, a partir do momento em que um blog se torna conhecido, começam a aparecer as responsabilidades e as obrigações para com quem o segue, e para além de não ter tempo, acreditem que não tenho paciência, o que me leva à segunda razão, que é eu sempre ter escrito por mim,para mim, para me satisfazer o bichinho da escrita, o amor pela moda e por tudo o que aqui falo. O saber que muitos lêem, leva por vezes à "ruína" do blogger. Não me levem a mal, mas é a realidade.
Terceiro, não tenho os meios necessários ao desenvolvimento de um bom blog, nem uma vida estável para conseguir cumprir prazos e ter realmente bons conteúdos.
Claro que gostava de levar isto a sério, e obviamente já escrevi posts e já "peguei" no blog para o tentar levar mais longe. Já tive contas do blog no facebook, no instagram(...). Mas é como vos digo, ao fim de 3 semanas perco o entusiasmo, porque deixo de conseguir estar presente como queria, fico desiludida porque o conteúdo do blog não tem a qualidade que gostaria,etc.
Por isso, escrevo para mim, e para quem, de vez em quando, aqui passar e gostar de vislumbrar o pequeno talento de alguém com muitas paixões como eu.
E para esses, logo à tarde, cá estarei com um post de moda.
Já não escrevo sobre moda há uma boa temporada eu sei, mas a faculdade tem ocupado maior parte do meu tempo e é quase impossível escrever. De qualquer maneira (e isto é apenas uma desabafo), eu sei que há poucas pessoas a seguir-me e claro que a culpa é minha porque eu própria não falo do blog a ninguém, nem o partilho. Isto acontece porque,
Claro que gostava de levar isto a sério, e obviamente já escrevi posts e já "peguei" no blog para o tentar levar mais longe. Já tive contas do blog no facebook, no instagram(...). Mas é como vos digo, ao fim de 3 semanas perco o entusiasmo, porque deixo de conseguir estar presente como queria, fico desiludida porque o conteúdo do blog não tem a qualidade que gostaria,etc.
Por isso, escrevo para mim, e para quem, de vez em quando, aqui passar e gostar de vislumbrar o pequeno talento de alguém com muitas paixões como eu.
E para esses, logo à tarde, cá estarei com um post de moda.
Cristiana Simões
Gostava de ser mais aberta comigo mesma. De ser mais corajosa. De não ter tanto medo. De aprender a voar sozinha. E era.
Era até que alguém me encolheu as asas de tal forma cruel que fiquei com receio de as voltar a abrir. Com receio de as expor ao mundo. De que alguém me volte a encolhê-las, ou pior, a cortá-las.
Não é que não as abra de vez em quando, quando sozinha, no meu mundo e confortável com o ambiente em questão. Quando o faço é com a certeza de que mais ninguém terá hipótese de se aproximar delas. Com a certeza absoluta de que ninguém entra para magoar o meu coração, ganhar a minha confiança e depois traí-la tão rápida e eficazmente como antes já verificara.
Infelizmente, gostava de dizer que assim dói menos, mas dói igualmente. Tanto me afasto das pessoas com más intenções, como também não reconheço quem apenas se aproxima para o bem. É um sacrifico que faço por um bem maior.
O meu círculo de confiança reduz cada vez mais e é agora escassa a vontade de o renovar.
Isto traz-me toda uma auto-estima baixa de que não era portadora, Não era mesmo.
Traz-me ansiedade nas relações interpessoais. Afasta-me do mundo. Cria em mim o medo da descoberta e das mudanças.
Não era isto que eu queria para mim. Não era, mesmo!
Era até que alguém me encolheu as asas de tal forma cruel que fiquei com receio de as voltar a abrir. Com receio de as expor ao mundo. De que alguém me volte a encolhê-las, ou pior, a cortá-las.
Não é que não as abra de vez em quando, quando sozinha, no meu mundo e confortável com o ambiente em questão. Quando o faço é com a certeza de que mais ninguém terá hipótese de se aproximar delas. Com a certeza absoluta de que ninguém entra para magoar o meu coração, ganhar a minha confiança e depois traí-la tão rápida e eficazmente como antes já verificara.
Infelizmente, gostava de dizer que assim dói menos, mas dói igualmente. Tanto me afasto das pessoas com más intenções, como também não reconheço quem apenas se aproxima para o bem. É um sacrifico que faço por um bem maior.
O meu círculo de confiança reduz cada vez mais e é agora escassa a vontade de o renovar.
Isto traz-me toda uma auto-estima baixa de que não era portadora, Não era mesmo.
Traz-me ansiedade nas relações interpessoais. Afasta-me do mundo. Cria em mim o medo da descoberta e das mudanças.
Não era isto que eu queria para mim. Não era, mesmo!
Cristiana Simões
CS
Todos temos dentro de nós aquela pequena (nalguns casos, grande) vontade de ajudar os outros. Hoje em dia, há imensas maneiras muito fáceis de o fazer, como doar roupa, fazer voluntariado, distribuir comida, doar sangue,...! É um gesto, aparentemente sem grande dificuldade. Eu, por exemplo, sempre fui uma rapariga que pensou que assim que alcançasse os 18 anos, o iria fazer. Contudo, agora que penso nisso profundamente vejo que há muitas implicações nisso, não é o facto de o tirar que me mete medo, mas todo o processo que irá ser necessário se ele for preciso a alguém. Conheço mais ou menos de perto tudo o que envolve os transplantes e, sendo o mais transparente com vocês, custa-me imenso saber que posso ter de o vir a fazer. Contudo, sei que "hoje por eles, amanhã por nós" e isso faz-me repensar toda a minha teoria e sei que me fará muito bem fazê-lo! Neste momento, penso seriamente nisso. Enquanto não o faço, pensei em fazer outra doação. Doar cabelo! A mim não me falta, e sei que isso não acontece com muitas pessoas, por isso pensei doar no mínimo 30 centímetros de trança(que é o que pedem) ao IPO de Coimbra. Não o farei para já, porque após ter pesquisado e me ter informado, o cabelo tem de estar seco, lavado e sem qualquer tinta. A minha ideia era no final do verão cortar o cabelo e doá-la, pois já teria o suficiente. Infelizmente, tenho californianas feitas há 1 mês e meio e não o poderei fazer. Mas assim que tiver isso resolvido, é o que farei. Não doí e não tem quaisquer implicações. Fica aqui a dica para vocês que têm medo de agulhas ou que como eu têm receio do futuro. É só deixar o cabelo crescido como descrevi à pouco, cortar uma trança no mínimo com 30 centímetros (dependendo dos IPO's ) e enviá-lo por correio ou levar ao próprio local, devidamente guardado num envelope.
Quero muito levar para a frente ideias de voluntariado e doações. Para já, não quero ser hipócrita e digo-vos que estou muito reticente em relação a dar sangue, mas sei que vou acabar por fazer o que o meu coração achar melhor!
Espero ter-vos sido uteis com esta informação e que façam, também o que for melhor para vocês!
Quero muito levar para a frente ideias de voluntariado e doações. Para já, não quero ser hipócrita e digo-vos que estou muito reticente em relação a dar sangue, mas sei que vou acabar por fazer o que o meu coração achar melhor!
Espero ter-vos sido uteis com esta informação e que façam, também o que for melhor para vocês!
Todos os dias da minha vida fiz/faço, por ser uma pessoa melhor, com princípios, com identidade própria e com isso nunca tive de passar por cima de ninguém. Sinto que todos o fazem e por isso, cedo-lhes o lugar de mão beijada. Acabo de perceber isso. Sempre pensei que o que fazia era o certo, que o mal estava na minha falta de talento e que o problema era meu. Bem... isso é verdade. O problema é meu, mas é no sentido em que deixo as coisas acontecer, que deixo passarem-me à frente, não porque esteja mal, mas por querer sempre o melhor dos outros. Contudo, a verdade é que esta minha falta de imposição, leva-me à baixa auto-estima e acreditem que sou muito boa nisso. Depois tudo é uma bola de neve gigante, e umas coisas levam as outras. Sempre deixei todos terem o protagonismo por mim, por pensar que não sou boa o suficiente. O que colho disso?? Muitas más línguas, muito egoísmo, muita falsidade.
Apercebo-me de tudo isto tarde de mais naquilo que mais gosto, mas sem dúvida que fico com um ensinamento para a vida. Tenho a certeza que fora deste tema, também me vai servir e muito.
Apercebo-me de tudo isto tarde de mais naquilo que mais gosto, mas sem dúvida que fico com um ensinamento para a vida. Tenho a certeza que fora deste tema, também me vai servir e muito.
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Abriu mais um temporada de Escoliadas e a Escola Secundária Avelar Brotero em Coimbra onde participei), ficou em 2º lugar e passou à final do pólo de Coimbra (PALMAS)!!
Hoje foi o dia ideal para falar disto, uma vez que é o dia Mundial da Dança. o dia em que relembro aquilo que mais gosto de fazer com um carinho enorme!! Espero que gostem das fotos. Brevemente video !! Beijinhos

Acho engraçadíssimo um/a bloguer ter um blog só para ganhar dinheiro. Não tenho nada contra isso, mas por favor, ao menos dêem menos nas vistas. É que é chato ir a um blog que se gosta e chegar a um momento em que a única coisa que se vê são posts a fazer publicidade, mas tipo aí uns 7 seguidos !
Pois é... É chato quando as coisas deixam de ser paixões antigas, criações de talentos e distribuição de ideias, para se tratar apenas de um negócio piroso e sem criatividade.
Pois é... É chato quando as coisas deixam de ser paixões antigas, criações de talentos e distribuição de ideias, para se tratar apenas de um negócio piroso e sem criatividade.
Entre conversas e desconversas, dizia eu a uma das pessoas das quais mais me aproximei nos últimos tempos (a qual vejo assim como uma espécie de irmã mais velha), que frente a frente com uma grande oportunidade tão enorme como a que ela me contou, eu faria o que ela fez: recusar. Depois disto, dei por mim a pensar que era uma grandessíssima estúpida em pensar isso. Afinal de contas ando eu a choramingar por oportunidades que não aparecem, triste por não poder alcançar o que os outros alcançam devido a vários problemas que não são do meu controlo e então recusava.
Isto, porque apesar de tudo o que me afasta, há UMA coisa que me prende de tal maneira, que a minha boca já resolve o problema por si própria, sem lhe interessar a minha opinião. Sem que dê conta, perante o confronto, os meus lábios rapidamente dizem "não". E depois, eu entendo.
Chama-se amor, chama-se cumplicidade, chama-se força de vontade de lutar por um futuro incerto mas tão certo ao mesmo tempo. Só pode ser. Não vejo mais nada. O resto não me prende. Não há amigos extremos que me custe deixar. Não há um lar. Não há assim um futuro brilhante. Não há uma família estável.
Há UMA pessoa, uma coisa, e há talvez toda a realidade e seus simultâneos sonhos que a envolvem que me fazem querer ficar e lutar, mesmo que a vida no seu todo seja má.
AHHH, talvez então aqui já tenha criado uma nova vida e essa sim, me prenda: uma família, um futuro mais que brilhante, amigos para a vida e a tal pessoa que só por ela, já me faz querer desistir de tudo o que poderia não a incluir. Desisto de todos os meus sonhos, se isso significar dar lugar a outros bem maiores. Ohhh e que sonhos esses!! Se faço bem, não sei, por enquanto só quero aproveitar tudo intensamente, tal como deve ser.
Com isto vos deixo...
Isto, porque apesar de tudo o que me afasta, há UMA coisa que me prende de tal maneira, que a minha boca já resolve o problema por si própria, sem lhe interessar a minha opinião. Sem que dê conta, perante o confronto, os meus lábios rapidamente dizem "não". E depois, eu entendo.
Chama-se amor, chama-se cumplicidade, chama-se força de vontade de lutar por um futuro incerto mas tão certo ao mesmo tempo. Só pode ser. Não vejo mais nada. O resto não me prende. Não há amigos extremos que me custe deixar. Não há um lar. Não há assim um futuro brilhante. Não há uma família estável.
Há UMA pessoa, uma coisa, e há talvez toda a realidade e seus simultâneos sonhos que a envolvem que me fazem querer ficar e lutar, mesmo que a vida no seu todo seja má.
AHHH, talvez então aqui já tenha criado uma nova vida e essa sim, me prenda: uma família, um futuro mais que brilhante, amigos para a vida e a tal pessoa que só por ela, já me faz querer desistir de tudo o que poderia não a incluir. Desisto de todos os meus sonhos, se isso significar dar lugar a outros bem maiores. Ohhh e que sonhos esses!! Se faço bem, não sei, por enquanto só quero aproveitar tudo intensamente, tal como deve ser.
Com isto vos deixo...
Todos os dias me deparo com a existência desta palavra na minha vida. E ainda assim não consegui resolver todo o enigma que anda à volta dela, que à primeira vista é, até muito simples.
Claro que agora, não vamos andar aí todos à batatada para resolver o que significa, mas que o significado varia de pessoa para pessoa, ora disso, não há dúvida!!
Para mim (e isto é só, e apenas, mais uma tentativa de descoberta, da minha parte -um ser completamente insignificante), ter o tal "estilo" é ser diferente! Mas não se pense que por diferente é "ah e tal, eu uso piercings, tenho o corpo todo tatuado e até sou gótico", até pode ser diferente e nisso não há qualquer problema, mas o que eu quero dizer não é nesse aspeto. Dentro desses visuais arriscados, há muita rica gente que tem muito "estilo", ah pois é, por isso não me encarem mal!
Mas não saindo do tema, o que quero dizer é realmente, saber arriscar: combinar looks inesperados, usar peças que chamem à atenção, sobressair por bons motivos, usar coisas que nunca ninguém usaria na rua, na escola ou no shopping por vergonha, por não querer que olhem, ou então - e isto acho que ainda é de mais valor- ter um look super simples, mas que ao olhar para ali, tudo o que se veja é a elegância e transparência da pessoa, mas isso meus queridos, já é uma questão de postura. Ninguém ensinou a Beyoncé a ser Beyoncé e a Selena a ser Selena e olhem para elas hoje em dia.
O que mais vejo no meu dia-a-dia são adolescentes a criticar outros que eu, normalmente, admiro. Tudo porque não podem ver qualquer coisa fora do normal que têm logo a mania que as próprias roupas e coisinhas, bonitinhas, todas iguais e mais que vestidas e usadas por todos é que são as boas e mais bonitas, e essa é provavelmente a definição de "estilo" para eles.
E por isso, aqui estou a falar deste assunto, porque ouvir e assistir a estas coisas todos os santos dias, me aflige e me inquieta. Não é que alguém vá ler isto, mas ao menos vou-me exprimindo da maneira que só eu sei. Beijinhos,
Claro que agora, não vamos andar aí todos à batatada para resolver o que significa, mas que o significado varia de pessoa para pessoa, ora disso, não há dúvida!!
Para mim (e isto é só, e apenas, mais uma tentativa de descoberta, da minha parte -
Mas não saindo do tema, o que quero dizer é realmente, saber arriscar: combinar looks inesperados, usar peças que chamem à atenção, sobressair por bons motivos, usar coisas que nunca ninguém usaria na rua, na escola ou no shopping por vergonha, por não querer que olhem, ou então - e isto acho que ainda é de mais valor- ter um look super simples, mas que ao olhar para ali, tudo o que se veja é a elegância e transparência da pessoa, mas isso meus queridos, já é uma questão de postura. Ninguém ensinou a Beyoncé a ser Beyoncé e a Selena a ser Selena e olhem para elas hoje em dia.
O que mais vejo no meu dia-a-dia são adolescentes a criticar outros que eu, normalmente, admiro. Tudo porque não podem ver qualquer coisa fora do normal que têm logo a mania que as próprias roupas e coisinhas, bonitinhas, todas iguais e mais que vestidas e usadas por todos é que são as boas e mais bonitas, e essa é provavelmente a definição de "estilo" para eles.
E por isso, aqui estou a falar deste assunto, porque ouvir e assistir a estas coisas todos os santos dias, me aflige e me inquieta. Não é que alguém vá ler isto, mas ao menos vou-me exprimindo da maneira que só eu sei. Beijinhos,
CristianaCSimões





















